O psicólogo hospitalar e sua atuação na área da saúde reprodutiva da mulher – ginecologia do CAISM

A área da Ginecologia constitui-se de ambulatório e enfermaria. Os ambulatórios compõe de: ginecologia endócrina; adolescentes; menopausa; infecções genitais I e II; plastia genital; doenças trofoblástica gestacional; endometriose; planejamento familiar, esterilidade; ginecologia geral e ambulatório...

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Bibliographic Details
Main Authors: Vieira, Maria José Navarro, Rossi, Andréa Oliveira, Zamariola, Jaqueline, Ibarra, Bruna dos Santos
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2016
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/10255
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Description
Summary:A área da Ginecologia constitui-se de ambulatório e enfermaria. Os ambulatórios compõe de: ginecologia endócrina; adolescentes; menopausa; infecções genitais I e II; plastia genital; doenças trofoblástica gestacional; endometriose; planejamento familiar, esterilidade; ginecologia geral e ambulatório especial. Oferece também grupos de: dor pélvica crônica e endometriose, incontinência urinária, menopausa, plastia genital e obesidade. Na enfermaria ficam internadas pacientes com algum tipo de cirurgia ginecológica, investigação diagnostica e que necessitam de tratamento medicamentoso. Pacientes com diagnóstico de histerectomia, perda gestacional, endometriose, dor pélvica crônica, entre outros, são preferencialmente atendidos e avaliados pela psicologia. A psicologia atua juntamente com outras áreas, recebendo pacientes encaminhados pela equipe multiprofissional, atuando em programas e protocolos específicos e sempre que possível participa das visitas médicas. O objetivo principal do atendimento psicológico dentro dos ambulatório e enfermaria de ginecologia é minimizar o sofrimento provocado pelo diagnóstico. O psicólogo também é responsável por: avaliar o grau de comprometimento emocional causado pela doença, tratamento e/ou internação, colaborar no processo de compreensão do tratamento, diagnóstico médico, do que está acontecendo com o próprio corpo, avaliar os recursos usados para o enfrentamento da doença/tratamento/internação, estimular a expressão de sentimentos, fortalecer o ego da paciente, facilitar a superação do problema/queixa, realizar trabalho informativo/educativo/preventivo, estabelecer vínculo de apoio e ajuda, ser facilitador da relação médico-paciente, equipe-paciente, integrar uma equipe multidisciplinar e estimular a compreensão da mulher de maneira integral, holística, com suas subjetividades, dentro do contexto em que está inserida.
ISSN:2525-5398