Experiência na reestruturação física da central de manipulação de antineoplásicos do hospital da mulher

A Terapia Antineoplásica (TA) consiste no tratamento medicamentoso de pacientes com câncer. O potencial mutagênico, teratogênico e carcinogênico de grande parte destes medicamentos estão bem estabelecido. A Central de Manipulação de Antineoplásicos (CMA) é um local onde são realizadas todas as ativi...

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Main Authors: Bernardes, Adélia Corina Alves, Silva, Nice Maria Oliveira, Carvalho, Roberta Paro de, Carvalho, Roberta Paro
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2016
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/10284
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Description
Summary:A Terapia Antineoplásica (TA) consiste no tratamento medicamentoso de pacientes com câncer. O potencial mutagênico, teratogênico e carcinogênico de grande parte destes medicamentos estão bem estabelecido. A Central de Manipulação de Antineoplásicos (CMA) é um local onde são realizadas todas as atividades envolvendo a operação farmacêutica de manipulação de soluções parenterais destinadas ao tratamento do câncer. Devido ao risco ambiental e ocupacional a CMA deve estar adequada às normas sanitárias, bem como as boas práticas de manipulação e administração da TA. O objetivo foi descrever a reestruturação física da CMA no CAISM-UNICAMP. Reuniões com equipe multidisciplinar para definir estratégias para a reestruturação e identificação, através de literatura científica, necessidades de recursos humanos, materiais e espaço físico. Elaboração de um plano de trabalho para a viabilização da reestruturação. O processo teve duração de aproximadamente 18 meses, até sua conclusão. A reestruturação permitiu a otimização de espaço através de ambientes exclusivos de trabalho, aquisição de equipamento de segurança, proteção efetiva pessoal e ambiental, segurança terapêutica através da avaliação da prescrição, rastreabilidade, permitindo o controle e garantia da qualidade e da geração de resíduos e viabilizou a comunicação do farmacêutico com a equipe médica e da enfermagem. Com a reestruturação, foi possível se adequar às normas sanitárias vigentes, constatou-se agilidade e eficiência nos processos e redução do risco ocupacional e ambiental. Permitindo realizar a farmacovigilância e garantindo a segurança no tratamento do paciente.
ISSN:2525-5398