Percepção dos profissionais de saúde de uma unidade de terapia intensiva sobre os alarmes ventilatórios
Introdução: Muitos estudos visam compreender os valores adequados dos parâmetros da ventilação mecânica (VM), porém existe uma lacuna no conhecimento sobre os ajustes dos alarmes ventilatórios. Objetivo: Avaliar o nível de conhecimento da equipe multiprofissional da Unidade de Terapia Intensiva (UTI...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
2024
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11138 |
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| Summary: | Introdução: Muitos estudos visam compreender os valores adequados dos parâmetros da ventilação mecânica (VM), porém existe uma lacuna no conhecimento sobre os ajustes dos alarmes ventilatórios. Objetivo: Avaliar o nível de conhecimento da equipe multiprofissional da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um Hospital Universitário acerca dos alarmes ventilatórios. Metodologia: Estudo prospectivo e observacional, realizado em setembro de 2023. Foram incluídos fisioterapeutas, médicos e enfermeiros da UTI do HC/Unicamp. Os profissionais foram avaliados quanto ao nível de conhecimento sobre o ajuste de alarmes por um questionário de 16 questões múltipla escolha. Resultados: Foram incluídos 70 profissionais, sendo 42.9% fisioterapeutas, 34.3% enfermeiros, e 22.9% médicos. Observou-se que o profissional que realiza os ajustes mais frequentemente é o fisioterapeuta. Em relação a escolaridade, 44.3% estavam cursando especialização, 27.1% concluíram a especialização, 14.3% pós graduação stricto sensu e 14.3% apenas graduação. Quanto ao tempo de experiência em UTI, 24.3% tinham menos de um ano, 24.3% de 1 a 5 anos, 17.1% de 6 a 10 anos, 21.4% de 11 a 15 anos e 12.9% acima de 15 anos. Quando questionados quanto a importância dos alarmes, a maioria (98.6%) respondeu julgar essa atividade importante. No entanto, quando interrogados quanto a frequência de ajustes, a maioria (37.1%) relatou ajustar ocasionalmente. Sobre a individualização dos alarmes para cada paciente, 65.7% realizam esse procedimento rotineiramente. Sobre o uso de valores fisiológicos como referência, menos da metade dos participantes relataram utilizá-los frequentemente. Conclusão: Apesar dos profissionais possuírem experiência em VM, os alarmes não são priorizados na parametrização. |
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| ISSN: | 2525-5398 |