Alta hospitalar segura e integralidade em saúde: desafios do serviço social da área obstétrica do CAISM

Introdução: Os assistentes sociais das Unidades de Atendimento Ambulatorial e de Internação do Setor de Obstetrícia CAISM utilizam, como instrumental de trabalho, reuniões presenciais para discussões das situações das gestantes que apresentam vulnerabilidade social e conflitos sociofamiliares, para...

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Main Authors: Tanaka, Oriana Harumi de Lima, Carvalho, Marielle Cristina Ribeiro de, Genghini, Maria Heloisa Rodrigues Roza, Daolio, Bárbara Regina, Alves, Andria Cleia, Rossi, Dalva
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2024
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11191
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Description
Summary:Introdução: Os assistentes sociais das Unidades de Atendimento Ambulatorial e de Internação do Setor de Obstetrícia CAISM utilizam, como instrumental de trabalho, reuniões presenciais para discussões das situações das gestantes que apresentam vulnerabilidade social e conflitos sociofamiliares, para a transferência de cuidados na perspectiva de seguimento e garantia de direitos. Em 2024, a equipe de Serviço Social da obstetrícia observou a necessidade de realizar discussões sistemáticas das situações das gestantes que apresentam grande vulnerabilidade social e/ou em que há risco social iminente durante o pré-natal para garantir organização da equipe na perspectiva de garantia de direitos do binômio no momento da internação para resolução do parto. Objetivo: Organizar reuniões sistemáticas presenciais com a presença das assistentes sociais do setor de obstetrícia para alinhamento das intervenções anteriores às altas hospitalares. Metodologia: No segundo semestre de 2024, foram realizadas 4 reuniões com a presença de 6 profissionais e discussão de 21 casos. Resultados: Após as reuniões, 10 gestantes foram internadas no Hospital e, considerando a discussão técnica ocorrida anteriormente, as altas hospitalares ocorreram de forma mais segura, responsável e rápida, o que evitou a superlotação dos leitos e também otimizou o tempo e recursos humanos e materiais despendidos pelo CAISM. Conclusão: Observou-se que as reuniões realizadas entre as assistentes sociais da obstetrícia possibilitaram a programação de atendimentos sociais mais adequados à realidade de cada gestante, o que impactou diretamente na garantia da alta hospitalar segura, de acordo com os princípios do SUS, principalmente na defesa da integralidade em saúde da mulher.
ISSN:2525-5398