Viver sem Diabetes : uma nova atividade de prevenção

Introdução: A Federação Internacional do Diabetes estimou que 8,8% da população mundial com 20 a 79 anos de idade vivia com diabetes em 2017 (424,9 milhões de pessoas) e se as tendências atuais persistirem, a projeção de portadores de diabetes para 2045 é maior que 628,6 milhões. Diante desse cenári...

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Main Authors: Bertan, Hamilton, Carletti , Ana Lúcia de Moraes, Tiziani, Angela Regina Gonçalves, Purcino, Luciana Sales, Vanini, Rafael, Grazia, Renata Cristina Di, Tombolato, Ricardo Manfrim, Moreira, Ricardo Pereira, Albertin, Rosely Cai, Ferreira, Sonia Maria Dorta, Granzotto, Tânia Maria
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2024
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11233
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Summary:Introdução: A Federação Internacional do Diabetes estimou que 8,8% da população mundial com 20 a 79 anos de idade vivia com diabetes em 2017 (424,9 milhões de pessoas) e se as tendências atuais persistirem, a projeção de portadores de diabetes para 2045 é maior que 628,6 milhões. Diante desse cenário alarmante, o Centro de Saúde da Comunidade  (CECOM) da UNICAMP implantou, em outubro de 2023, a iniciativa 'Viver sem Diabetes'. A atividade consiste na aplicação do instrumento Findrisc-Br, documento adaptado para a cultura brasileira do instrumento Escore Filandês de Risco de Diabetes (FINDRISC), que estratifica o risco para desenvolver Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) nos próximos 10 anos. Objetivo: Relatar a experiência da atividade “Viver sem Diabetes” do CECOM. Metodologia: Relato de experiência sobre a aplicação do questionário para um grupo de pessoas da comunidade da Unicamp, sem diagnóstico prévio para DM2, realizada no período de outubro de 2023 a setembro de 2024. Resultados: 117 trabalhadores participaram da atividade, sendo que 3,3% dos participantes apresentaram risco muito alto, 20,6% risco alto, 22,2% risco moderado, 32,5% risco levemente elevado e somente 21,4% dos participantes foram classificados em risco baixo para desenvolver DM2 nos próximos 10 anos. Conclusão: Considera-se de fundamental importância esse rastreamento a fim de  detectar o risco e fornecer as orientações adequadas para a melhoria da qualidade de vida. O instrumento demonstrou ser uma ferramenta eficiente na identificação de grupos de risco, com alto potencial para ser utilizada na atenção primária.
ISSN:2525-5398