Análise da Acurácia dos Escores Prognósticos APACHE II, SOFA e SAPS 3 em Pacientes Críticos Submetidos à Ventilação Mecânica Prolongada

Introdução: Pacientes críticos em ventilação mecânica (VM) prolongada apresentam maior risco de mortalidade. Escores prognósticos como APACHE II, SOFA e SAPS 3 são amplamente usados para predizer desfechos, mas sua acurácia pode variar conforme a idade dos pacientes e a duração da VM. Objetivo: Aval...

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Main Authors: Braga, Paula, Heidemann, Aline, Figueiredo, Luciana Castilho de, Gastaldi, Erica Ferreira, Faez, Daniela dos Santos, Sibinelli, Melissa, Ratti, Ligia dos Santos Roceto
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2024
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11299
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Summary:Introdução: Pacientes críticos em ventilação mecânica (VM) prolongada apresentam maior risco de mortalidade. Escores prognósticos como APACHE II, SOFA e SAPS 3 são amplamente usados para predizer desfechos, mas sua acurácia pode variar conforme a idade dos pacientes e a duração da VM. Objetivo: Avaliar a acurácia dos escores APACHE II, SOFA e SAPS 3 para predizer mortalidade em pacientes críticos submetidos à VM por diferentes durações e em grupos etários distintos. Metodologia: Estudo retrospectivo com 166 pacientes admitidos em UTI em 2017. Os pacientes foram divididos em dois grupos etários: inferior a 59 anos e igual ou superior a 60 anos. Também foi analisada a acurácia dos escores em pacientes com VM inferior e superior a 21 dias. Curvas ROC foram utilizadas para avaliar a capacidade discriminativa dos escores. Resultados: Nos pacientes com idade inferior a 59 anos, os escores APACHE II e SAPS 3 apresentaram AUC de 0,692 e 0,773. No grupo igual ou maior que 60 anos, observou-se redução na acurácia, com AUC de 0,605 para APACHE II e 0,549 para SAPS 3. Conclusão: APACHE II e SAPS 3 mostraram boa acurácia para pacientes mais jovens e com menor tempo de VM. Em pacientes mais idosos e com VM prolongada, a acurácia dos escores diminuiu, sugerindo a necessidade de novas estratégias prognósticas para esses grupos.
ISSN:2525-5398