A experiência “THOMAS MORGAN”: uma atividade que explora aspectos da hereditariedade de forma didática e lúdica através da observação de moscas-das-frutas.

Introdução: Além da pesquisa de Gregor Mendel com ervilhas, Thomas Morgan, utilizando moscas-das-frutas (Drosophila melanogaster) elucidou, entre outras coisas, que os genes estão localizados nos cromossomos celulares. Pesquisou moscas de olhos vermelhos e brancos e recebeu um Prêmio Nobel (1933). B...

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Bibliographic Details
Main Authors: Tada, Susely Ferraz de Siqueira, Carneiro, Geovana A., Reis, Rafael A., Oliveira, Sarah M.M.M., Barbosa, Guilherme O.
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2024
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11303
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Description
Summary:Introdução: Além da pesquisa de Gregor Mendel com ervilhas, Thomas Morgan, utilizando moscas-das-frutas (Drosophila melanogaster) elucidou, entre outras coisas, que os genes estão localizados nos cromossomos celulares. Pesquisou moscas de olhos vermelhos e brancos e recebeu um Prêmio Nobel (1933). Baseando-se nisto, nosso laboratório montou uma atividade denominada “Experiência Thomas Morgan”. Objetivo: extrapolar esta atividade para as escolas estimulando-se a curiosidade, a criatividade, o interesse científico e o pensamento crítico dos alunos. A hereditariedade é trabalhada de uma forma didática e lúdica: os alunos são protagonistas de seu aprendizado! Metodologia: a atividade foi montada na 19ª UPA 2024 (UNICAMP de Portas Abertas) e uma equipe de 5 membros atuou como monitores. Moscas-de-frutas de olhos vermelhos e brancos mantidas em laboratório foram anestesiadas e encapsuladas em resina epoxy transparente, formando tabletes retangulares para observação em estereomicroscópio. Cada tablete continha várias moscas de olhos vermelhos e uma de olhos brancos, simulando o mutante achado por Morgan. Os alunos foram instigados pelos monitores a observar as diferenças, relembrando-se de conteúdos sobre hereditariedade. Mostraram-se tubos de cultivo com moscas vivas e algumas curiosidades. E foram disponibilizados pôsteres, um QR code e uma página no Instagram. Resultados: monitores e visitantes iniciavam uma conversa descontraída sobre hereditariedade, havendo ótima receptividade. Professores interessaram-se na obtenção dos tabletes para uso em aulas devido à facilidade de manuseio. Conclusão: viabilizar uma maior acessibilidade desta atividade em sala de aula e se cogita criar uma coleção de tabletes com outros mutantes de Drosophila, os quais seriam disponibilizados aos interessados.
ISSN:2525-5398