Implementação do protocolo de Acidente vascular em unidade de emergência: a simulação clínica como estratégia de ensino aprendizagem

Introdução: A simulação clínica interprofissional é fundamental para a segurança do paciente, especialmente em casos de acidente vascular cerebral (AVC). Cenários multidisciplinares possibilitam reflexões e melhorias nas performances das equipes de atendimento. Objetivo: Este estudo teve como objeti...

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Main Authors: Almeida, Angélica Olivetto de, Moraes, Erika Sana, Silva, Nilcilene Pinheiro, Avelar, Wagner Mauad, Bordin, Ana Paula, Bulgareli, Andreia Afaz, Bastos, Simone Vieira, Melo D Amorim, Ana Paula, Julio, Paulo Rogério, Recco, Elenita Aparecida de Castro, Graciano, Joaquim Antonio
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2024
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11342
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Summary:Introdução: A simulação clínica interprofissional é fundamental para a segurança do paciente, especialmente em casos de acidente vascular cerebral (AVC). Cenários multidisciplinares possibilitam reflexões e melhorias nas performances das equipes de atendimento. Objetivo: Este estudo teve como objetivo construir, aplicar e avaliar a performance da equipe multiprofissional em um cenário de simulação clínica voltado para pacientes com AVC na unidade de emergência, além de mensurar os tempos de atendimento antes e após a intervenção. Metodologia: Foi realizado um estudo metodológico e quantitativo, baseado na National League for Nursing (NLN)/Jeffries Simulation Theory e nas diretrizes da American Heart Association. O cenário de simulação abrangeu áreas funcionais como recepção e sala de emergência, utilizando pacientes padronizados e checklist para avaliação. O público-alvo incluiu profissionais de diversas áreas da emergência. Resultados: O cenário foi replicado 22 vezes, com participação de 202 profissionais e uma taxa de adesão de 80%. As melhorias notáveis incluíram a monitorização e a administração do trombolítico (100%). Contudo, foram identificadas áreas para aprimoramento, como o reconhecimento precoce de sinais de AVC e a liderança na equipe. Os tempos de porta-agulha reduziram de 62,5 para 56 minutos, e os de porta-tomografia de 36,5 para 29 minutos. Nenhum óbito foi registrado após o treinamento. Conclusão: A aplicação da simulação resultou em alta adesão da equipe e no cumprimento das metas de tempo para atendimento. O monitoramento contínuo dos indicadores é essencial para sustentar as melhorias identificadas e fortalecer as equipes.
ISSN:2525-5398