Musicoterapia na hemodiálise

Introdução:  No Brasil, em 2022 havia um total estimado de 153.831 pacientes em diálise, dos quais, muitos recebem o diagnóstico e iniciam em diálise internados em hospitais. O paciente vivencia mudanças na capacidade de autonomia, sentimentos como medo, ansiedade, depressão, fadiga e compr...

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Main Authors: Meireles, Ana Carolina Rodrigues, Chies, Tatiane Cristina, Carvalho Ribeiro, Isabella, Brianez, Carolina
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2024
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11363
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Description
Summary:Introdução:  No Brasil, em 2022 havia um total estimado de 153.831 pacientes em diálise, dos quais, muitos recebem o diagnóstico e iniciam em diálise internados em hospitais. O paciente vivencia mudanças na capacidade de autonomia, sentimentos como medo, ansiedade, depressão, fadiga e comprometimento cognitivo. Incluir práticas terapêuticas complementares aos tratamentos convencionais, colaboram significativamente para melhora da qualidade de vida dos pacientes. A música promove a saúde através da visão holística, traz benefícios fisiológicos, sensibiliza o indivíduo e promove o seu bem-estar (Teixeira, et al. 2018). Objetivo: Promover o bem-estar do paciente, interação positiva com a equipe de saúde, usando a musicoterapia na sala de hemodiálise intra hospitalar do HC-UNICAMP. Metodologia: Utilizadas datas comemorativas como festa junina e natal, para expor os pacientes à músicas temáticas durante o tratamento na sala de HD do 5o. andar do hospital, em dias organizados pela equipe de enfermagem com a presença do residente de enfermagem à época, utilizado instrumentos acústico como violão, ukulele e as vozes dos profissionais. Resultados: Obtivemos pontos positivos com a musicoterapia, além de participarem cantando, batendo palmas ou chorando de emoção, os pacientes conversaram sobre seus medos, lembranças e traumas passados. Falaram de suas músicas favoritas, referindo que ajudaram a passar por momentos delicados, trazendo conforto, fé e alegria para seus dias. Conclusão: A música promoveu a aproximação entre pacientes e profissionais, diminuição nas queixas e uma nova abordagem para melhora significativa na resposta do tratamento, sendo intervenção de baixo custo, não invasiva e não farmacológica (Teixeira, et al. 2018).
ISSN:2525-5398