A experiência com o cateter central de inserção periférica em pacientes oncológicos ambulatoriais

Introdução:  Os pacientes oncológicos submetidos ao tratamento com protocolos de quimioterapia necessitam de um acesso venoso central para a administração segura dos antineoplásicos, e nesse cenário é inovador a indicação, inserção e utilização do cateter central de inserção periférica (PIC...

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Main Authors: Gadanhoto, Ana Paula, Antunes, Adenilza Aparecida, Suguimoto, Juliana Coutinho de Paula, Furlani, Renata, Moura, Letícia Martins de Alburquerque, Fernanda Lourençon Vegian , Camila, Rogério Júlio , Paulo, Aparecida de Castro Recco, Elenita, Antonio Graciano , Joaquim
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2024
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11501
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Summary:Introdução:  Os pacientes oncológicos submetidos ao tratamento com protocolos de quimioterapia necessitam de um acesso venoso central para a administração segura dos antineoplásicos, e nesse cenário é inovador a indicação, inserção e utilização do cateter central de inserção periférica (PICC) para o tratamento oncológico ambulatorial. Objetivo: Descrever a experiência com a inserção do PICC nos pacientes casos novos de tumores sólidos com quimioterapia ambulatorial. Método: Relato de experiência do Ambulatório de Oncologia do HC-UNICAMP. Os dados foram coletados junto ao banco de dados do Grupo de Gerenciamento de Cateteres Venosos e Terapia Infusional (GCATI) e apresentados por meio de estimativas absolutas e relativas.   Resultados: De Agosto/2023 a Agosto/2024, foram inseridos 58 PICCs em 57 pacientes casos novos, sendo 72,7 % (n=32) do sexo masculino e 27,3 % (n= 12) do sexo feminino. O PICC mais utilizado foi o PICC 4 Fr (94,7%). O ultrassom foi utilizado para  avaliação da rede venosa periférica, para escolha da veia, sítio de punção, avaliação do diâmetro da veia x diâmetro do cateter e para punção venosa ecoguiada  em 100% (n=57). A taxa de sucesso na inserção foi de 100% e a taxa de sucesso no posicionamento central do PICC foi de 96,5 %. Conclusões: A indicação e utilização do PICC nos pacientes  oncológicos (caso novo) otimizou o  início do tratamento, possibilitou a realização do procedimento de inserção do PICC em nível ambulatorial e proporcionou o desenvolvimento de enfermeiros expertises  em PICC no ambulatório de Oncologia.
ISSN:2525-5398