Manejo de via aérea difícil em anaestesia: relato de experiência
Introdução: A via aérea difícil (VAD) representa um dos maiores desafios em Anestesiologia, associada a complicações graves como hipóxia e óbito. O manejo adequado da VAD envolve uma abordagem multidisciplinar, uso de equipamentos especializados e protocolos claros para garantir a segurança do pacie...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
2024
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11667 |
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| Summary: | Introdução: A via aérea difícil (VAD) representa um dos maiores desafios em Anestesiologia, associada a complicações graves como hipóxia e óbito. O manejo adequado da VAD envolve uma abordagem multidisciplinar, uso de equipamentos especializados e protocolos claros para garantir a segurança do paciente. Objetivo: avaliar a implementação de um protocolo de segurança no manejo de VAD no centro cirúrgico de um hospital de ensino em São Paulo, utilizando o ciclo PDCA para melhoria contínua, Metodologia: utilizada foi descritiva e quantitativa. O ciclo PDCA foi aplicado a partir de janeiro de 2023, com etapas que incluíram o planejamento, implementação, verificação e ação corretiva. A coleta de dados abrangeu o período de novembro de 2023 a agosto de 2024, analisando 100 casos de VAD e indicadores de qualidade. Resultados: mostraram que 68% dos pacientes com VAD eram classificados como ASA III, e o uso do videolaringoscópio foi predominante em 50% dos casos. Cirurgias de alta complexidade, como neurocirurgias e de cabeça e pescoço, apresentaram maior prevalência de VAD. Em 10% dos casos, ocorreram intercorrências durante a intubação, destacando a importância de uma equipe treinada e bem coordenada. Conclusão: Conclui-se que a implementação do protocolo com base no ciclo PDCA foi eficaz em melhorar o manejo da VAD, reduzindo complicações e promovendo maior segurança ao paciente. No entanto, há necessidade de diversificar o treinamento em dispositivos menos utilizados e melhorar a preparação para emergências. |
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| ISSN: | 2525-5398 |