Manejo de via aérea difícil em anaestesia: relato de experiência

Introdução: A via aérea difícil (VAD) representa um dos maiores desafios em Anestesiologia, associada a complicações graves como hipóxia e óbito. O manejo adequado da VAD envolve uma abordagem multidisciplinar, uso de equipamentos especializados e protocolos claros para garantir a segurança do pacie...

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Main Authors: Santos, Regina Maria da Silva Feu, Fusco, Suzimar de Fatima Benato, Munhoz, Derli Conceição, Santos, Fabricio Ferreira dos, Alves, Ana Paula Canil Inocêncio, Silva, Alexandre Oliveira, Peçanha, Cibele Oliveira, Calixto, Aline Rafaela Santos Sousa, Oliveira, Erica Ferreira de, Martinhão, Viviane Lemes, Carvalho, Fatima Viviana Castro de, Arão, Rafaella Ricardo da Silva, Silva, Daiane Cristina da, Campoi, Gisele Siqueira, Diz, Maria Cecilia
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2024
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11667
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Summary:Introdução: A via aérea difícil (VAD) representa um dos maiores desafios em Anestesiologia, associada a complicações graves como hipóxia e óbito. O manejo adequado da VAD envolve uma abordagem multidisciplinar, uso de equipamentos especializados e protocolos claros para garantir a segurança do paciente.  Objetivo: avaliar a implementação de um protocolo de segurança no manejo de VAD no centro cirúrgico de um hospital de ensino em São Paulo, utilizando o ciclo PDCA para melhoria contínua, Metodologia: utilizada foi descritiva e quantitativa. O ciclo PDCA foi aplicado a partir de janeiro de 2023, com etapas que incluíram o planejamento, implementação, verificação e ação corretiva. A coleta de dados abrangeu o período de novembro de 2023 a agosto de 2024, analisando 100 casos de VAD e indicadores de qualidade. Resultados: mostraram que 68% dos pacientes com VAD eram classificados como ASA III, e o uso do videolaringoscópio foi predominante em 50% dos casos. Cirurgias de alta complexidade, como neurocirurgias e de cabeça e pescoço, apresentaram maior prevalência de VAD. Em 10% dos casos, ocorreram intercorrências durante a intubação, destacando a importância de uma equipe treinada e bem coordenada. Conclusão: Conclui-se que a implementação do protocolo com base no ciclo PDCA foi eficaz em melhorar o manejo da VAD, reduzindo complicações e promovendo maior segurança ao paciente. No entanto, há necessidade de diversificar o treinamento em dispositivos menos utilizados e melhorar a preparação para emergências.
ISSN:2525-5398