O guardador de pessoas

A multidão como uma onda, em nada mais te devo, deixo-me levar, por uma passante, um mendigo, ou um cego; e os infindáveis comerciantes de balas, chicletes, e chocolates a um real. Relógios, pulseiras, brincos, espelhos e óculos escuros. Ruas apinhadas de gente, entre edifícios imponentes, ousam est...

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Bibliographic Details
Main Author: Ryo, Daniel
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2019
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/11763
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Description
Summary:A multidão como uma onda, em nada mais te devo, deixo-me levar, por uma passante, um mendigo, ou um cego; e os infindáveis comerciantes de balas, chicletes, e chocolates a um real. Relógios, pulseiras, brincos, espelhos e óculos escuros. Ruas apinhadas de gente, entre edifícios imponentes, ousam estar engajando os homens, envolvendo-os, em sua mais árdua tarefa: trabalhar, caminhar a trabalho, locomover-se por uma tarefa, ao contrário de um flaneur, onde "a sua paixão e a sua profissão é desposar a multidão", um observador que é príncipe e anda incógnito por toda a parte.
ISSN:1519-4388