Os coletivos e o redimensionamento da autoria fotográfica

Em suas várias configurações possíveis, os coletivos de fotógrafos podem se confundir com uma cooperativa ou agência de fotografia, um banco de imagens, uma “indústria” que otimiza a produção de obras visuais complexas; também com um laboratório de experimentação de linguagens, um grupo de estudos e...

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Bibliographic Details
Main Author: Entler, Ronaldo
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2025
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/12463
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Description
Summary:Em suas várias configurações possíveis, os coletivos de fotógrafos podem se confundir com uma cooperativa ou agência de fotografia, um banco de imagens, uma “indústria” que otimiza a produção de obras visuais complexas; também com um laboratório de experimentação de linguagens, um grupo de estudos e pesquisas, uma produtora de eventos culturais. Muitos coletivos se identificam com uma ou outra dessas atividades. Alguns poucos se destacam pela liberdade de atuar simultaneamente em todas essas frentes. Não existe um discurso uniforme que dê conta de tudo o que hoje pode ser chamado de coletivo. Seria então prudente nomear os grupos que motivam esta reflexão, particularmente três deles, Cia de Foto, Garapa e Galeria Experiência, coletivos baseados em São Paulo cuja produção venho tendo a oportunidade de acompanhar mais de perto. Comparados entre si, possuem trabalhos muito distintos, ainda que tenham eventualmente colaborado uns com os outros e, em vários momentos, participado conjuntamente de um debate que permitiu a afirmação e a disseminação desse modelo de trabalho.
ISSN:1519-4388