Estado nutricional, qualidade de vida e hábitos de vida em portadores da síndrome do intestino irritável: um estudo caso-controle

A síndrome do intestino irritável (SII) é uma desordem gastrointestinal funcional causando dor e desconforto abdominal, inchaço e alteração do hábito intestinal. Sendo assim, o objetivo do estudo foi comparar o perfil de adiposidade corporal, os hábitos de vida e a qualidade de vida de indivíduos po...

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Main Authors: Mendonça, Ana Paula Monteiro de, Vasques, Ana Carolina Junqueira, Yamashita, Luciana Miyuki, Silva, Esther Dantas da, Solar, Isabela, Santos, Larissa Ariel Oliveira, Cruz, Cristiane Kibune Nagasako Vieira da, Montes, Ciro Garcia
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2018
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/137
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Description
Summary:A síndrome do intestino irritável (SII) é uma desordem gastrointestinal funcional causando dor e desconforto abdominal, inchaço e alteração do hábito intestinal. Sendo assim, o objetivo do estudo foi comparar o perfil de adiposidade corporal, os hábitos de vida e a qualidade de vida de indivíduos portadores da SII com um grupo controle saudável. Estudo caso-controle com 30 mulheres portadoras da SII e 32 mulheres saudáveis, de 20 a 59 anos, sem doenças que afetam o estado nutricional e ingestão alimentar. A adiposidade corporal foi avaliada a partir do IMC, circunferências da cintura e quadril e relação cintura-quadril. A prática de atividade física foi analisada pelo IPAQ versão curta. Para avaliação dos hábitos de vida observou-se etilismo, tabagismo e sonolência diurna pela Escala de Sonolência de Epworth. O Questionário de Qualidade de Vida para portadores da SII foi aplicado. Nos resultados observamos maior acúmulo de adiposidade central e periférica no grupo caso em comparação ao grupo controle (p < 0,05). A frequência de não fumantes no controle foi de 86,9% e nos casos 79,4%. O consumo de 1 a mais de 7 doses de bebida alcoólica no grupo controle foi de 52,8%, nos casos 82,4% consomem menos que 1 dose ao mês. Não houve diferença na sonolência diurna e atividade física entre os grupos. Casos apresentaram pior qualidade de vida (58,7±21,7) e em todos os domínios no grupo (p<0,01) se comparados aos controles (76.4 ± 24.1).
ISSN:2596-1969