Avaliação de sintomas depressivos em mães de recém-nascidos hospitalizados

Objetivo: investigar a presença de sintomas depressivos em mães de recém-nascidos hospitalizados por meio da Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo. Método: estudo descritivo e transversal. Participaram deste estudo 31 puérperas com filhos hospitalizados, com, no mínimo, 10 dias de pós-parto, ma...

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Main Authors: Barroso, Theresa, Tanaka, Erika, Carmona, Elenice
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2019
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/1712
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Description
Summary:Objetivo: investigar a presença de sintomas depressivos em mães de recém-nascidos hospitalizados por meio da Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo. Método: estudo descritivo e transversal. Participaram deste estudo 31 puérperas com filhos hospitalizados, com, no mínimo, 10 dias de pós-parto, maiores de 18 anos e com gestação de feto único. Para a coleta de dados foi aplicado um instrumento composto por duas partes: a primeira destinada a coletar informações para caracterização da amostra e a segunda inclui a Escala de Depressão Pós-parto. Mulheres com escores maiores ou iguais a 10, segundo o preconizado pela Escala, serão consideradas com resultado sugestivo de depressão. Foram seguidas todas as recomendações da Resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde (CAAE: 04015218.7.0000.5404). Resultados: a maioria das mulheres entrevistadas são branca (58,06%), com idade média de 28,10 anos, possuem companheiro (93,55%) e têm ensino médio completo (54,84%), em relação a Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo, 25 (80,65%) alcançaram score >=10, com média de 12,94 pontos. Conclusão: Neste estudo foi possível observar que a depressão pós-parto é um problema de saúde pública devido ao alto índice de prevalência.
ISSN:2596-1969