Reflexões sobre a felicidade e os bens exteriores no pensamento aristotélico
Pretende-se investigar a importância dos bens exteriores para a boa vida, segundo Aristóteles. Para isso, será analisada, primeiramente, a questão aristotélica da felicidade a partir do argumento da função própria e dos tipos de vida apresentados em EN, 1095b13-18 e o problema decorrente da definiçã...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
2024
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cpa/article/view/18494 |
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| Summary: | Pretende-se investigar a importância dos bens exteriores para a boa vida, segundo Aristóteles. Para isso, será analisada, primeiramente, a questão aristotélica da felicidade a partir do argumento da função própria e dos tipos de vida apresentados em EN, 1095b13-18 e o problema decorrente da definição de felicidade como atividade da alma de acordo com a virtude melhor e mais perfeita (EN, 1098a16). Posteriormente, serão apresentados os motivos pelos quais Aristóteles acaba por concluir que um sortimento mínimo de bens exteriores é necessário – contudo não suficiente – para uma vida feliz e que os bens exteriores necessários à vida feliz seriam aqueles que tornariam o agente, na medida do possível, autossuficiente, e capaz de viver bem. Por fim, será abordada a relação entre a ética e a política enfatizando que é atribuição da política prover a todos os bens exteriores necessários à existência humana, além de criar as condições materiais para que os cidadãos tenham chances reais de alcançar a felicidade. |
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| ISSN: | 2177-5850 |