Efeitos da mistura lidocaína/prilocaína em filmes de poli-l-lisina/ácido hialurônico sobre queratinócitos humanos. Estudo in vitro

Os anestésicos locais são fármacos muito utilizados para o controle da dor e novas formulações são constantemente pesquisadas e desenvolvidas (Strichartz, 2008). Essas pesquisas buscam o tratamento mais próximo possível do “sem dor”, mas, no entanto, o próprio ato da anestesia com a penetração da ag...

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Main Authors: Poleti, João, Groppo, Francisco, Amorim, Klinger, Fraceto, Leonardo, Leite, Michele, Volpato, Maria, Sánchez, Jonny
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2019
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2002
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Description
Summary:Os anestésicos locais são fármacos muito utilizados para o controle da dor e novas formulações são constantemente pesquisadas e desenvolvidas (Strichartz, 2008). Essas pesquisas buscam o tratamento mais próximo possível do “sem dor”, mas, no entanto, o próprio ato da anestesia com a penetração da agulha já é associado à dor (Munshiet al.,2001).Inicialmente, neste trabalho seriam estudados os efeitos de filmes baseados em Poli-L-Lisina (PLL) e ácido hialuronico (HA) sobre culturas celulares (queratinócitos humanos imortalizados espontaneamente da linhagem HaCaT).Devido à falta do polímero base poli-L-lisina na fonte, sem previsão para chegada declarada pela Sigma, fez-se necessária alteração na composição do filme e consequentemente na sua técnica de produção. A poli-L-lisina foi substituída pelo Alginato, que é um polímero natural amplamente utilizado na indústria alimentícia devido a sua biocompatibilidade, seu caráter biodegradável, não toxicidade e fácil disponibilidade (JAIN; BAR-SHALOM, 2014). Células HaCaT (células correspondentes ao tipo celular predominante nos tecidos de revestimento) crescidas foram expostas aos filmes em estudo nas concentrações usuais e em frações correspondentes a 1/10, ¼ e ½ da concentração total. Um grupo controle foi obtido por células tratadas como filme livre de anestésicos locais. As células foram incubadas a 37oC por 6h e 24h. Terminado os períodos de incubação, a viabilidade celular foi analisada.
ISSN:2596-1969