Como pensar as coisas que ainda não existem: a organização do acervo da Escola Souza Lobo (Porto Alegre, RS) em tempos de emergência climática

O artigo analisa os procedimentos iniciais da constituição e organização do acervo da Escola Estadual de Ensino Fundamental Souza Lobo, instituição localizada na cidade de Porto Alegre/RS e que teve a estrutura e parte de sua documentação fortemente atingidas pelas enchentes que ocorreram no Rio Gra...

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Main Authors: Saturnino, Edison Luiz, Gil, Carmem Zeli de Vargas, Tojal, Eduarda dos Santos, Silva, Sabrina Giordani da, SATURNINO, EDISON LUIZ, DE VARGAS GIL, CARMEM ZELI, TOJAL, EDUARDA DOS SANTOS, DA SILVA, SABRINA GIORDANI
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Faculdade de Educação/Universidade Estadual de Campinas 2025
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/ridphe/article/view/20915
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Summary:O artigo analisa os procedimentos iniciais da constituição e organização do acervo da Escola Estadual de Ensino Fundamental Souza Lobo, instituição localizada na cidade de Porto Alegre/RS e que teve a estrutura e parte de sua documentação fortemente atingidas pelas enchentes que ocorreram no Rio Grande do Sul em 2024. Tal contexto motivou uma aproximação da Faculdade de Educação da UFRGS com a escola, através do Projeto de extensão Re-Criar: arquivos, memórias e patrimônios escolares em tempos de emergência climática, que tem por objetivo auxiliar na criação de arquivos escolares nas próprias instituições, com sensibilidade e atenção às emergências climáticas. A investigação está inscrita no campo da história cultural e nos estudos sobre patrimônio escolar, opera com uma documentação que abrange as décadas de 1930 a 1980 e apresenta um conjunto de argumentos mobilizados a favor da constituição de tais acervos. Desnaturalizar a noção de escola que herdamos da Modernidade, tornar-se um lugar de memória, servir como fonte para estudos em História da Educação e em outros campos das ciências humanas, possibilitar práticas pedagógicas e educativas, atuar como marcadores identitários, promover diálogos intergeracionais e funcionar como ferramenta de gestão são algumas das motivações e usos que apontamos para instigar a organização dos arquivos escolares.  
ISSN:2447-746X