Potência intensificadora do Teatro: teatro do oprimido e a experiência com não-atores
A partir da definição do conceito de teatro, dos estudos críticos do Teatro do Oprimido e do Teatro – Terapia, desenvolvidos e estudados por Augusto Boal, busco refletir acerca da potência intensificadora do teatro nas relações sociais entre não-atores, através de jogos e improvisos teatrais. As pri...
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| Main Authors: | , |
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2019
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2245 |
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| Summary: | A partir da definição do conceito de teatro, dos estudos críticos do Teatro do Oprimido e do Teatro – Terapia, desenvolvidos e estudados por Augusto Boal, busco refletir acerca da potência intensificadora do teatro nas relações sociais entre não-atores, através de jogos e improvisos teatrais. As principais referências teóricas e práticas são de Augusto Boal: diretor, ator e importante teatrólogo brasileiro. Enfatizando a função social do teatro, o trabalho com não-atores possibilita o reconhecimento do teatro como forma válida de comunicação e manifestação popular. É uma maneira de democratização da produção cultural, por meio da popularização da linguagem teatral e da expressão corporal. Trabalhar com não-atores é ter um teatro para – e realizado por – um amplo público, sem deixar de lado os princípios da linguagem, suas discussões, questionamentos e “funções”. O fazer teatral aberto a todos é um modo de reconhecê-lo como forma válida de comunicação e de manifestação política. É tornar conhecido e acessível, é enfraquecer preconceitos e proporcionar ao público, ao espectador-ativo, uma linguagem potente comunicativa comum para que se possa fazer e ver teatro sem elitização. É democratizar a produção cultural, e não apenas a cultura. |
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| ISSN: | 2596-1969 |