Avaliação fitoquímica das sementes de tomate e análise do óleo extraído a partir deste subproduto industrial

O processamento industrial do tomate resulta em subprodutos compostos, em sua maioria, por cascas e sementes. Estes resíduos podem ser utilizados na alimentação animal ou como fertilizantes. Porém, as sementes encontradas no material são ricas em óleos e em compostos bioativos, e podem contribuir co...

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Main Authors: Bertolucci, Laura, Godoy, Helena, Silva, Letícia da, Pallone, Juliana
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2019
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2266
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Description
Summary:O processamento industrial do tomate resulta em subprodutos compostos, em sua maioria, por cascas e sementes. Estes resíduos podem ser utilizados na alimentação animal ou como fertilizantes. Porém, as sementes encontradas no material são ricas em óleos e em compostos bioativos, e podem contribuir com a busca por fontes não convencionais para obtenção de óleos vegetais. Dessa forma, neste trabalho, foram feitas análises da capacidade antioxidante (DPPH e ORAC), fenólicos totais e flavonoides totais e teor de minerais das sementes. A extração do óleo da semente e avaliado a sua qualidade, através do índice de peróxidos acidez. O teor de lipídeos obtidos foi cerca de 15%. Os valores de compostos fenólicos totais foram entre 65,91 e 78,53 mg/EAG.g-1, flavonoides totais entre 31,25 a 35,49 mg EC.g-1. Já nos testes de capacidade antioxidante, obteve-se valores entre 124,41 e 141,25 mmol ET.g-1 para o teste ORAC e para o DPPH, teores entre 85,12 e 103,43 µmol TE.g-1. Os óleos de tomate apresentaram índices de acidez que variaram de 0,82 a 1,47 mg KOH/g nas safras analisadas; já em relação aos índices de peróxidos, os valores ficaram entre 2,49 e 3,55 meq/kg.
ISSN:2596-1969