A influência de diferentes protocolos de jejum no desempenho do exercício de força e suas consequências no begeamento do tecido adiposo branco
É comprovado que a prática de exercício físico e de jejum causam modificações morfofisiológicas no tecido adiposo branco (TAB) como o aumento na concentração de mitocôndrias e no conteúdo de UCP-1, levando assim, ao begeamento desse tecido. Entretanto, ainda não se sabe se a combinação destas estrat...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2019
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2308 |
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| Summary: | É comprovado que a prática de exercício físico e de jejum causam modificações morfofisiológicas no tecido adiposo branco (TAB) como o aumento na concentração de mitocôndrias e no conteúdo de UCP-1, levando assim, ao begeamento desse tecido. Entretanto, ainda não se sabe se a combinação destas estratégias poderia potencializar tais efeitos. Diante disso, este projeto objetivou avaliar os efeitos agudos de três protocolos gradativos de jejum (4h, 8h e 16h) no desempenho do exercício de força e em marcadores do begeamento do TAB. Para isto, camundongos C57BL/6J foram submetidos aos protocolos de jejum + exercício de força e tiveram os dados fisiológicos coletados, posteriormente, os animais foram eutanasiados para avaliar a expressão do mRNA do TAB. Os resultados fisiológicos encontrados, apontam que, o grupo 16HJ obteve um consumo maior do que os demais grupos num período de 24h após o exercício. Além disso, em relação ao teste de força de resistência, o grupo 16HJ apresentou um melhor desempenho que os grupos 4HJ e 8HJ, entretanto, nenhum dos grupos de jejum foi diferente do CT, indicando assim que a não há redução da performance após a prática de jejum. Além do mais, as análises biomoleculares de mRNA revelaram que os tempos de jejum de 8h e 16h poderiam ser melhor conciliados com o exercício de força para estimular o begeamento do TAB, uma vez que eles aumentaram os níveis de UCP1 e PGC1a, respectivamente. |
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| ISSN: | 2596-1969 |