Método de vitalidade fetal em gestante diabética que melhor prediz hipoxemia

A hiperglicemia na gestação é classificada em diabetes mellitus gestacional (DMG), diabetes mellitus tipo 1 (DM1) e diabetes mellitus tipo 2 (DM2) durante o ciclo gravídico. A passagem transplacentária de glicose leva a uma série de morbidades para o feto (alterações placentárias, hipóxia, óbito). N...

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Bibliographic Details
Main Authors: Kawano, Laura, Rehder, Patricia
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2019
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2521
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Description
Summary:A hiperglicemia na gestação é classificada em diabetes mellitus gestacional (DMG), diabetes mellitus tipo 1 (DM1) e diabetes mellitus tipo 2 (DM2) durante o ciclo gravídico. A passagem transplacentária de glicose leva a uma série de morbidades para o feto (alterações placentárias, hipóxia, óbito). No pré natal de alto risco (PNAR) das gestantes diabéticas, para diminuir ou evitar tais comorbidades, são utilizados os seguintes métodos para avialação da vitalidade fetal (AVF): registro de movimentos fetais (CMF), cardiotocografia (CTG), perfil biofísico fetal (PBF) e a doplervelocimetria. O objetivo desse estudo foi comparar os métodos de monitorização fetal em gestantes diabéticas com o índice Apgar para avaliar qual método de AVF que melhor prediz hipoxemia. Foram analisadas 77 gestantes que tiveram seus partos realizados no Centro de Atenção Integral a Saúde da Mulher (CAISM) da UNICAMP. O estudo demonstrou que não houve diferença significativa entre os métodos quando comparados com o Apgar de primeiro e quinto minuto.
ISSN:2596-1969