Análise da perda tardia de implantes dentários instalados em maxila reconstruída com enxerto autógeno de crista ilíaca

O tratamento das atrofias alveolares por meio de enxerto autógeno é considerado uma opção viável e previsível. Nesse sentido, o emprego da crista ilíaca para reconstrução total de maxila visando à colocação de implantes dentários tornou-se um procedimento com boa aceitação por parte dos pacientes. E...

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Main Authors: Vicentin, Maria, Noia, Claudio
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2019
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2562
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Description
Summary:O tratamento das atrofias alveolares por meio de enxerto autógeno é considerado uma opção viável e previsível. Nesse sentido, o emprego da crista ilíaca para reconstrução total de maxila visando à colocação de implantes dentários tornou-se um procedimento com boa aceitação por parte dos pacientes. Entretanto, falhas dos implantes instalados nessas áreas reconstruídas podem ocorrer tanto quanto em áreas de osso nativo e serem atribuídas a uma série de fatores, sendo a qualidade óssea, bem como o diâmetro e comprimento do implante um dos mais relevantes. Essas falhas podem ocorrer antes da reabilitação protética do implante, sendo chamada de falha primária, ou após a reabilitação protética do mesmo, sendo denominada de falha tardia. O objetivo do presente trabalho é analisar a perda tardia de Implantes Dentários instalados em maxilas reconstruídas com enxerto autógeno de crista ilíaca. Para isso, foram utilizados prontuários de pacientes submetidos à reabilitação com Implantes Dentários na Área de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba – FOP/UNICAMP, no período de Janeiro de 1996 a Dezembro de 2017. Desses prontuários foram coletadas e analisadas as seguintes variáveis: gênero, idade, região de instalação dos implantes, diâmetro e comprimento do implante instalado, tipo de perda do implante, região que o implante foi perdido, além do diâmetro e comprimento dos implantes perdidos.
ISSN:2596-1969