A influência do exercício da musculatura inspiratória na resposta autonômica ao estresse mental em filhos de pais hipertensos

Os fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão arterial incluem obesidade, tabagismo, sedentarismo e histórico familiar. Esta ocorre principalmente devido ao aumento da atividade simpática do sistema nervoso autonômico. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar as respostas hemodin...

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Main Authors: Júnior, Gilmar da Silva, Rodrigues, Bruno, Castño, Javier, Ministro, Gabriela, Moura, Eliézer, Santos, Gabriela, Jr, Heitor Moreno, Barboza, Catarina
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2019
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/2733
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Description
Summary:Os fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão arterial incluem obesidade, tabagismo, sedentarismo e histórico familiar. Esta ocorre principalmente devido ao aumento da atividade simpática do sistema nervoso autonômico. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar as respostas hemodinâmicas e autonômicas em filhos de pais hipertensos após uma sessão de treinamento da musculatura inspiratória (TMI) ou Sham (fictícia) frente a um teste de estresse mental. Foram selecionados 14 jovens com idade entre 18 e 30 anos, submetidos a uma sessão de 15min de TMI em intensidade moderada (30% PImáx) e a sessão Sham, de 15min sem resistência ao fluxo respiratório. Para a prescrição da intensidade de treinamento foi realizada a avaliação da pressão inspiratória máxima (PImáx) pelo manovacuômetro. Para a análise da modulação autonômica foi realizado o registro batimento a batimento por fotoplestimografia antes, durante e após a aplicação do teste de estresse mental. Em relação à modulação autonômica, o balanço simpato-vagal não apresentou diferença após a sessão Sham vs TMI. O mesmo foi observado em relação às bandas de baixa (BF) e alta frequência, que representam a modulação simpática e parassimpática, respectivamente. Os dados sugerem que houve aumento na variabilidade da pressão arterial sistólica (PAS) e no BF-PAS durante o teste de estresse mental, no entanto, uma única sessão de TMI não foi suficiente para melhorar a modulação autonômica dos filhos de hipertensos.
ISSN:2596-1969