A abstração em movimento: relações entre esculturas de Alexander Calder e pinturas transatlânticas de Piet Mondrian
Este estudo pretende evidenciar uma relação comparativa entre a obra de dois artistas que se encontram na vanguarda da produção abstrata: Piet Mondrian em relação à pintura e Alexander Calder, à escultura. Nos diversos estudos sobre o desenvolvimento do trabalho de Calder, o papel de Mondrian encont...
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| Main Authors: | , |
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2018
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/348 |
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| Summary: | Este estudo pretende evidenciar uma relação comparativa entre a obra de dois artistas que se encontram na vanguarda da produção abstrata: Piet Mondrian em relação à pintura e Alexander Calder, à escultura. Nos diversos estudos sobre o desenvolvimento do trabalho de Calder, o papel de Mondrian encontra-se restrito à recepção do artista em seu ateliê em Paris no ano de 1930: foi ao se deparar com os retângulos coloridos e com a organização daquele estúdio que Calder sugeriu movimento a tudo aquilo, culminando numa série de experimentações abstratas que rapidamente se transformariam em seus conhecidos Móbiles. A divergência teórica entre eles – de um lado a rigidez com que Mondrian segue as proposições neoplásticas, e de outro a soltura presente nas esculturas de Calder – não são suficientes para anular as similaridades estilísticas de seus conjuntos. Desta forma, esta pesquisa pretende evidenciar os modos como suas produções se aproximam para além do despertar de Calder à abstração, através de elementos como as intrínsecas questões cromática e rítmica em ambos os conjuntos, e a intersecção de alguns dos princípios neoplásticos ao programa escultórico de Calder. Além disso, a pesquisa analisa dados sobre o papel que a teorização do fazer artístico ocupa para cada um dos artistas selecionados, evidenciando de que modo seu incomum gênio ao mesmo tempo apolíneo e dionisíaco, bem como a valorização de aspectos racionais e intuitivos potencializa sua obra. |
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| ISSN: | 2596-1969 |