Museografias do MASP
Desde o final de 1996, uma polêmica envolve a configuração museográfica do Museu de Arte de São Paulo: retiraram-se os cavaletes de vidro, suportes dos quadros propostos por Lina Bo Bardi, e colocaram-se altas e espessas paredes de gesso. A mudança dividiu opiniões e gerou uma série de manifestações...
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| Main Author: | |
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2005
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/3573 |
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| Summary: | Desde o final de 1996, uma polêmica envolve a configuração museográfica do Museu de Arte de São Paulo: retiraram-se os cavaletes de vidro, suportes dos quadros propostos por Lina Bo Bardi, e colocaram-se altas e espessas paredes de gesso. A mudança dividiu opiniões e gerou uma série de manifestações em defesa de uma ou outra concepção expositiva. Se, por um lado, os defensores da proposta inicial pautaram-se na idéia de liberdade, novidade e no desenvolvimento histórico dos cavaletes de vidro – coerentes com um edifício concebido para este modo de exposição –, por outro, foram apresentados problemas técnicos e de apreciação dasobras que deveriam ser corrigidos de modo a salvaguardar os quadros e “restaurar o equilíbrio fenomenológico e civilizacional entre a obra de arte e o suporte arquitetônico com o qual sempre dialogou – a parede –, elemento constitutivo de sua própria identidade histórica.”1 Veremos alguns dos argumentos utilizados como justificativa a cada proposta e o decorrente processo de tombamento do edifício pelo Iphan. |
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| ISSN: | 2675-3103 |