Lo Staffato, de Giovanni Fattori à luz da “epistemologia do negativo” de Eugenio Battisti

Andre Chastel no prefácio de L’Antirinascimento de Eugenio Battisti, definiu esta pesquisa da “outra face” do Renascimento como a “epistemologia do negativo” exercida quando “l’ordine del sapere è fatto in modo che la penetrazione delle apparenze richiede oggi nozioni negative e paradossali”. O pref...

Full description

Saved in:
Bibliographic Details
Main Author: Marinho, Fernanda
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2010
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/3821
Tags: Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
Description
Summary:Andre Chastel no prefácio de L’Antirinascimento de Eugenio Battisti, definiu esta pesquisa da “outra face” do Renascimento como a “epistemologia do negativo” exercida quando “l’ordine del sapere è fatto in modo che la penetrazione delle apparenze richiede oggi nozioni negative e paradossali”. O prefixo anti empregado pelo autor nos convida a adentrar em um novo espectro conceitual da história da arte que nos permite associar, como bem faz Battisti, a problemática ocorrida entre o classicismo renascentista e o antirrenascimento, e o neoclassicismo e o romantismo do século XIX. Propõe-se nesta comunicação uma reflexão a respeito deste caráter obscurum per obscuris em relação à pintura Lo Staffato, de Giovanni Fattori.
ISSN:2675-3103