Monvoisin no Salon de 1859: índios, mestiçagem e pessimismo
A escassa biografia de Monvoisin salienta a trajetória de um pintor de sólida formação que, embora tenha conseguido prêmios e certa notoriedade na corte de Luís XVIII e Luís Felipe I, não se sentia suficientemente reconhecido, a ponto de abandonar Paris e buscar fama na América Latina. No Chile, Mon...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2010
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/3832 |
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| Summary: | A escassa biografia de Monvoisin salienta a trajetória de um pintor de sólida formação que, embora tenha conseguido prêmios e certa notoriedade na corte de Luís XVIII e Luís Felipe I, não se sentia suficientemente reconhecido, a ponto de abandonar Paris e buscar fama na América Latina. No Chile, Monvoisin estabeleceu ótimo relacionamento com a elite local, ávida de ser representada, realizando mais de 300 retratos entre 1843 e 1857, a começar pelo retrato do General D. Manuel Bulnes, presidente do país. Em 1858, Monvoisin retornou definitivamente à França e participou do Salon de Paris de 1859. Na publicação explicativa das obras do Salon, constam as telas: Casal paraguaio; Caupolican, chefe dos araucanos, prisioneiro dos espanhóis e Uma chilena prisioneira dos índios nas costas da Araucania. |
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| ISSN: | 2675-3103 |