Identidade e representação: subversões teóricas em forma de retratos das seis esposas do rei Henrique VIII
Uma das características fundamentais da fotografia parece ser sua natureza indicial, ressaltada por Phillipe Dubois em seu livro: “O Ato fotográfico”. O retrato fotográfico se estruturaria assim, pela contigu!idade entre referente e representação - sua origem como traço indicial, inseparável do suje...
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| Main Author: | |
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2008
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/3838 |
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| Summary: | Uma das características fundamentais da fotografia parece ser sua natureza indicial, ressaltada por Phillipe Dubois em seu livro: “O Ato fotográfico”. O retrato fotográfico se estruturaria assim, pela contigu!idade entre referente e representação - sua origem como traço indicial, inseparável do sujeito, parece fundar toda uma tradição conceitual da natureza da fotografia. Assim, a fotografia, parece impossível de ser compreendida deslocada de seu sujeito fundante: daquele que emana os raios de luz em direção à superfície fotosensível. Tradicionalmente, segundo a concepção moderna de representação do sujeito, um retrato me revela a identidade daquele que é fotografado. O realismo aqui parece duplo: da mesma forma que o caráter indicial de cada retratado é singular; porque corresponde à individualidade de seus traços, a fotografia se estruturaria como identidade fixada sobre uma superfície bidimensional. Pretendemos neste texto discutir deslocamentos conceituais nesta concepção do retrato fotográfico. Analisaremos o trabalho de Hiroshi Sugimoto, que aponta para uma ausência do retratado. Subversão teórica dos conceitos tradicionais da natureza da fotografia. |
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| ISSN: | 2675-3103 |