O meio artístico cearense em meados do século XX
O ano de 1941 é emblemático para as artes plásticas cearenses. Até então, raros eram os contatos dos artistas locais com os artistas de outros centros - a exceção foi a Exposição Paulista no Norte em 1937, organizada pelo pintor paraense, radicado em São Paulo, Waldemar da Costa que após sua passage...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2009
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/3982 |
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| Summary: | O ano de 1941 é emblemático para as artes plásticas cearenses. Até então, raros eram os contatos dos artistas locais com os artistas de outros centros - a exceção foi a Exposição Paulista no Norte em 1937, organizada pelo pintor paraense, radicado em São Paulo, Waldemar da Costa que após sua passagem por Fortaleza, levou a mostra para Belém do Pará divulgando as concepções modernistas da Semana de 22; todo conhecimento artístico chegava através de livros, revistas e jornais; e o meio cultural encontrava-se disperso e sem uma entidade que congregasse os artistas, o que contribuía para o individualismo entre eles. A maioria dos artistas era de origem humilde, o que os obrigava a ter uma outra profissão como fonte de renda a fim de “viver de uma arte que não podia fazê-los viver. ” De uma maneira geral, os artistas trabalhavam na produção de cartazes publicitários ou em estúdios fotográficos fazendo retratos pintados. Desta forma, desenvolviam atividades mais lucrativas e relacionadas ao fazer artístico. Desta época, destacam-se os pintores Gerson Farias, Pretextato Bezerra (TX), Afonso Bruno e Clidenor Capibaribe (Barrica) que, nos anos 30, já percebiam a necessidade de aglutinação dos artistas, porém faltava a eles a figura de um líder, que só apareceria anos depois. |
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| ISSN: | 2675-3103 |