Hélio Oiticica: arte e cidade
O final dos anos 1960, no Brasil e em diversas partes do mundo é marcado pelo protagonismo da rua, enquanto local privilegiado para as manifestações artísticas em detrimento dos espaços institucionalizados, como museus e galerias de arte. A produção artística neste período busca vincular a experimen...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Online |
| Lenguaje: | portugués |
| Publicado: |
Universidade Estadual de Campinas
2014
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4146 |
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| Sumario: | O final dos anos 1960, no Brasil e em diversas partes do mundo é marcado pelo protagonismo da rua, enquanto local privilegiado para as manifestações artísticas em detrimento dos espaços institucionalizados, como museus e galerias de arte. A produção artística neste período busca vincular a experimentação de linguagem e as possibilidades de uma arte participante como crítica social e política. A rua passa a ser o espaço mais apropriado para as trocas coletivas, e a arte um convite à participação, ao descondicionamento social, como reação à repressão, mas também como crítica à passividade alienante que configura o indivíduo na sociedade capitalista. Neste contexto particular das artes e da política brasileira, destaca-se entre outros artistas, a figura de Hélio Oiticica (1937 – 1980). Este artigo debruça-se sobre o Programa Ambiental desenvolvido por Hélio Oiticica, explicitando o quanto a cidade está presente em seu processo criativo, não como receptáculo neutro, cenário, mas enquanto elemento ativo, campo de ação política. |
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| ISSN: | 2675-3103 |