O Curupira e a ninfa selvagem: pintura e identidade amazônica dos anos 20
No ano de 1919, chegava ao Rio de Janeiro o pintor Manoel Santiago (1897-1987). A viagem à Capital da República fora para almejar uma formação artística num dos mais importantes centros artístico do país até então: a Escola Nacional de Belas Artes. Amazonense de Manaus, o jovem pintor vinha de Belém...
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| Main Author: | |
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2012
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4218 |
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| Summary: | No ano de 1919, chegava ao Rio de Janeiro o pintor Manoel Santiago (1897-1987). A viagem à Capital da República fora para almejar uma formação artística num dos mais importantes centros artístico do país até então: a Escola Nacional de Belas Artes. Amazonense de Manaus, o jovem pintor vinha de Belém do Pará onde tinha trânsito entre artistas de certa projeção no mundo das artes na cidade. Em solo paraense, foi durante as aulas no atelier de seu mestre Theodoro Braga (1872-1953) e nas visitas ao Museu Paraense Emílio Goeldi que o amazonense tomou gosto pela pintura da flora e da fauna locais e dos elementos da arte decorativa indígena. |
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| ISSN: | 2675-3103 |