A Balsa da Medusa de Théodore Géricault: uma questão de método, uma encruzilhada de interpretações
Entre os anos de 1818 e 1819, o artista Théodore Géricault pinta uma de suas mais célebres obras, A Balsa da Medusa, tela de dimensões monumentais – quatro metros e noventa e um centímetros por sete metros e dezesseis centímetros – que traz um comentário histórico sobre o naufrágio da Fragata Medusa...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2012
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4222 |
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| Summary: | Entre os anos de 1818 e 1819, o artista Théodore Géricault pinta uma de suas mais célebres obras, A Balsa da Medusa, tela de dimensões monumentais – quatro metros e noventa e um centímetros por sete metros e dezesseis centímetros – que traz um comentário histórico sobre o naufrágio da Fragata Medusa, embarcação partida da França com destino ao Senegal, país africanoque seria colonizado pelo primeiro. O que se visa discutir aqui não são as circunstâncias da viagem em si, mas de que maneiras a representação elaborada por Géricault é recepcionada pela crítica e pela História da Arte, bem como fornecer algumas possíveis interpretações além das já conhecidas dentro da disciplina. |
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| ISSN: | 2675-3103 |