Pintores coloniais nas minas setecentistas: a vez de Manoel Ribeiro Rosa

Nas últimas décadas, a produção historiográfica sobre as artes nas Minas Setecentistas cresceu substancialmente, criando e destruindo mitos, enaltecendo e desvalorizando gênios. O olhar sobre o patrimônio artístico mineiro, principalmente sobre a arte sacra, ainda conserva o encanto daqueles primeir...

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Main Authors: Rezende, Leandro Gonçalves de, Leopoldino, Armando Magno de Abreu
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2012
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4225
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Description
Summary:Nas últimas décadas, a produção historiográfica sobre as artes nas Minas Setecentistas cresceu substancialmente, criando e destruindo mitos, enaltecendo e desvalorizando gênios. O olhar sobre o patrimônio artístico mineiro, principalmente sobre a arte sacra, ainda conserva o encanto daqueles primeiros modernistas, que, em meados do século XX, aprofundaram seus estudos no almejo de valorizar aquela que seria “uma manifestação genuína da Arte Brasileira”. Criaram o conceito de Barroco Mineiro cujo ápice estaria na produção de Aleijadinho e Ataíde. No entanto, uma leva de bons escultores, entalhadores, pintores, pedreiros, enfim, uma leva de artistas e artífices não foi contemplada por essas pioneiras pesquisas.
ISSN:2675-3103