As imagens e retábulos da Matriz da Paróquia Coração Imaculado de Maria (PUCSP): registros estéticos conciliares e neo-coloniais na moderna metrópole paulistana

Quando as irmãs carmelitas se mudaram para o então recém construído Mosteiro à Rua Monte Alegre, no bairro das Perdizes, em São Paulo, em julho de 1923, haviam transcorrido 238 anos desde a implantação do primeiro recolhimento de Santa Teresa de Ávila. Inicialmente destinado ao abrigo de moças para...

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Bibliographic Details
Main Authors: Costa, Mozart Alberto Bonazzi da, Passos, Maria José Spiteri Tavolaro
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2012
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4241
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Description
Summary:Quando as irmãs carmelitas se mudaram para o então recém construído Mosteiro à Rua Monte Alegre, no bairro das Perdizes, em São Paulo, em julho de 1923, haviam transcorrido 238 anos desde a implantação do primeiro recolhimento de Santa Teresa de Ávila. Inicialmente destinado ao abrigo de moças para o serviço de Cristo, sem uma regra conventual professa, mas já almejando tornar-se um Convento, o recolhimento seria instalado em 1685, na Rua Santa Teresa, junto à Praça da Sé. Devido ao baixo número de recolhidas quase chegou a ser desativado, o que foi impedido graças à interseção, em 1718, de D. João V, rei de Portugal. A partir de 1745, o recolhimento de Santa Teresa recebeu a proteção oficial de sua majestade, passando em 1918, a Mosteiro da Ordem das Carmelitas Descalças de Santa Teresa..
ISSN:2675-3103