Reflexões sobre o papel de Arminda em "Quanto vale ou é por quilo?" (Sérgio Bianchi, 2005)
Há, no filme Quanto vale ou é por quilo? (2005, Sérgio Bianchi), uma série abrangente de provocações. Bianchi, nesse filme, nos coloca diante do incômodo exercício de refletir acerca de problemas polêmicos do seu contexto de produção: a exploração sem limites da miséria humana; o cinismo das elites...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2015
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4267 |
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| Summary: | Há, no filme Quanto vale ou é por quilo? (2005, Sérgio Bianchi), uma série abrangente de provocações. Bianchi, nesse filme, nos coloca diante do incômodo exercício de refletir acerca de problemas polêmicos do seu contexto de produção: a exploração sem limites da miséria humana; o cinismo das elites em seus discursos sobre o cuidado social; a corrupção das instituições do terceiro setor da economia; a permanência do racismo e seus mecanismos de exclusão. Segundo Nezi Heverton e Luis João Vieira, Bianchi é marcado por esses elementos, pelo choque, a ironia, pelo discurso que não poupa ninguém, por uma orientação de mundo a tal ponto distópica que já não há espaço para personagens redentores, para ações moralizantes, para desfechos revolucionários capazes de gerar uma sociedade ideal. |
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| ISSN: | 2675-3103 |