Maria Pardos no salão de 1917: dois nus
Dalila e Estudo de nu estiveram na EGBA de 1917. Maria Pardos, artista amadora, anuncia-se como discípula de Rodopho Amoedo. A ideia de analisar estas obras, no contexto do salão de 1917, surgiu ao formatarmos uma tabela, construída com dados das participações da artista entre os anos de 1913 a 1918...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Online |
| Lenguaje: | portugués |
| Publicado: |
Universidade Estadual de Campinas
2015
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4389 |
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| Sumario: | Dalila e Estudo de nu estiveram na EGBA de 1917. Maria Pardos, artista amadora, anuncia-se como discípula de Rodopho Amoedo. A ideia de analisar estas obras, no contexto do salão de 1917, surgiu ao formatarmos uma tabela, construída com dados das participações da artista entre os anos de 1913 a 1918, objetivando visualizar a trajetória da pintora. Houve uma crescente de premiação nos três primeiros anos (1913-1915), seguido da lacuna de premiações entre os anos 1916 e 1917. Em 1916 a artista levou para o salão sete obras e não recebeu prêmio, já em 1917 leva apenas duas. Daí surge nossa questão principal: o que motivou Maria Pardos levar dois nus para o salão de 1917? |
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| ISSN: | 2675-3103 |