Fotoformas (1946-1951): quando o “marginal” torna-se arte!

O presente artigo tem por objetivo apresentar o fotógrafo Geraldo de Barros (1923-1998) e suas fotografias Fotoformas (1946-1951), que inauguraram a fotografia no campo das artes no Brasil e a relação delas com as obras genericamente denominadas como “marginais” ou de excluídos do sistema cultural:...

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Bibliographic Details
Main Author: Silva, Jaqueline Maria Trindade
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2013
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4434
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Summary:O presente artigo tem por objetivo apresentar o fotógrafo Geraldo de Barros (1923-1998) e suas fotografias Fotoformas (1946-1951), que inauguraram a fotografia no campo das artes no Brasil e a relação delas com as obras genericamente denominadas como “marginais” ou de excluídos do sistema cultural: de pacientes de hospitais psiquiátrico; a Art Brut de Jean Dubuffet (1901-1985), que introduziu o termo, em1945, para se referir a esse tipo de arte “marginal” ou selvagem e qualificá-la artisticamente; além de atribuí-lo aos artistas que produzem arte fora de qualquer estabelecimento oficial de arte; Paul Klee (1879-1940) que também baseou sua arte no primitivo e no infantil, daí a correlação com a arte dos psicóticos e que também foi uma orientação na obra de Barros.
ISSN:2675-3103