Maria Pardos: “Sem Pão” e a despolitização da miséria
Maria Pardos (1866? - 1928) pertence ao grupo de mulheres que, no início do séc. XX, exibiram suas obras nas EGBA, desejosas de serem reconhecidas pelos pares, das quais pouco se conhece. De origem espanhola, em 1891 se fixou no Brasil, destacando-se como discípula de Rodolpho Amoedo, ao lado de Reg...
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| Main Author: | |
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2013
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4471 |
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| Summary: | Maria Pardos (1866? - 1928) pertence ao grupo de mulheres que, no início do séc. XX, exibiram suas obras nas EGBA, desejosas de serem reconhecidas pelos pares, das quais pouco se conhece. De origem espanhola, em 1891 se fixou no Brasil, destacando-se como discípula de Rodolpho Amoedo, ao lado de Regina Veiga. Participou das EGBA por seis vezes consecutivas, entre os anos de 1913 e 1918, recebendo quatro prêmios (Menção honrosa de primeiro grau – 1913; Medalha de Bronze – 1914; Pequena Medalha de Prata – 1915 e prêmio em dinheiro de 500$000 – 1918). A análise desta obra abre possibilidade de discussão em uma questão pouco estudada que perpassa a invisibilidade das mulheres artistas. Está relacionada às estratégias usadas pelos artistas para atrair sentimentalmente a atenção do júri e do espectador. Qual seria o critério de escolha de suas obras para levar aos salões anuais das Exposições Gerais de Belas Artes (EGBA)? Estavam interessados em construir alguma imagem da sociedade brasileira? |
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| ISSN: | 2675-3103 |