Pós-concretismo, o concretismo paulista depois de 1960
O movimento concreto em São Paulo surgiu oficialmente em 1952 por meio de exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP). Ativo enquanto grupo coeso até 1959, em torno do grupo Ruptura, entrou em debates com outras correntes artísticas e assumiu postos de relevo no meio artístico local. O...
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| Main Author: | |
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2018
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4575 |
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| Summary: | O movimento concreto em São Paulo surgiu oficialmente em 1952 por meio de exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP). Ativo enquanto grupo coeso até 1959, em torno do grupo Ruptura, entrou em debates com outras correntes artísticas e assumiu postos de relevo no meio artístico local. O problema do presente artigo se refere à atuação do concretismo na modernização do campo artístico brasileiro ao longo das décadas. O objetivo é compreender como se deu a afirmação da geração concretista na cidade de São Paulo após a década de 1950. Ainda que o período de 1952 a 1959 seja considerado o histórico do movimento concreto, pode-se entender o movimento sob outros vieses. Assim, aqui o concretismo paulista é estudado em seus desdobramentos posteriores, isto é, o concretismo depois de seu auge, os artistas concretistas sem o apoio do movimento concretista. |
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| ISSN: | 2675-3103 |