A vida, o jogo e a arte: a perspectiva de Johan Huizinga sobre o elemento lúdico na cultura no século XX
Um grupo de arquitetos e artistas em atividade entre 1957 e o início dos anos 70 definiu suas atividades enquanto construção de situações. A proposta deste coletivo radicado na França que incluía a figura emblemática de Guy Debord e ficou conhecido como Internacional Situacionista entendia que a vid...
Saved in:
| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2018
|
| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4594 |
| Tags: |
Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
|
| Summary: | Um grupo de arquitetos e artistas em atividade entre 1957 e o início dos anos 70 definiu suas atividades enquanto construção de situações. A proposta deste coletivo radicado na França que incluía a figura emblemática de Guy Debord e ficou conhecido como Internacional Situacionista entendia que a vida cotidiana poderia instigar paixões capazes de provocar um espírito lúdico no interior dos espaços urbanos, onde, apesar da repetição de hábitos, abre-se sempre um espaço para o aleatório, o incontrolável, o apaixonante. Foi dessa ideia que os situacionistas desenvolveram umas de suas formas lúdicas mais marcantes: as derivas. a velha arte de perambular pela cidade. |
|---|---|
| ISSN: | 2675-3103 |