As informações que as adolescentes apresentam em relação às infecções sexualmente transmissíveis

Introdução: A iniciação sexual precoce é prevalente na atualidade, o que proporciona uma elevada taxa de transmissão de infecções sexualmente transmissíveis, como a Sífilis. Objetivos: Investigar as informações que as adolescentes apresentam em relação à as infecções sexualmente transmissíveis; dete...

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Main Authors: Lima, Yohanna Maria Silva, Zambrano, Erika, Baquete, Aline Geovanna de Lima
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Enfermagem 2022
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/ccfenf/article/view/4736
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Summary:Introdução: A iniciação sexual precoce é prevalente na atualidade, o que proporciona uma elevada taxa de transmissão de infecções sexualmente transmissíveis, como a Sífilis. Objetivos: Investigar as informações que as adolescentes apresentam em relação à as infecções sexualmente transmissíveis; determinar os fatores de risco para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), em especial a Sífilis e descrever o nível de informações sobre a Sífilis. Método: Estudo quantitativo, descritivo, realizado nos ambulatórios de Obstetrícia e Ginecologia de Adolescentes, do Centro de Atenção Integral à Mulher (CAISM), que integra o complexo hospitalar da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Comitê de ética (CAAE:97397018.1.0000.5404). O questionário constou de questões abertas e fechadas sobre dados gerais, sociodemográficos, comportamento sexual e de risco para sífilis. Os sujeitos da pesquisa foram adolescentes com idade de até 19 anos que frequentavam os ambulatórios. Após o preenchimento do questionário, as participantes receberam orientações acerca da prevenção das IST. Para análise estatística, foi utilizado o programa Statistical Analysis System (SAS), versão 9.4, nível de significância adotado para os testes foi de 5%. Resultados: Participaram 114 adolescentes, 63,16% tiveram sua primeira relação sexual, com média de idade de 14,35 anos, 42,98% se declararam brancas, 28,95% possuem ensino fundamental incompleto, 52,75% afirmaram estar em um relacionamento fixo, 54,39% utilizam algum método anticoncepcional, 34,21% referiram nunca ter ouvido falar sobre sífilis. Em relação a higiene íntima, 28,95% desconhecem. Conclusão: A educação sexual é imprescindível para a redução das taxas de IST’s. É fundamental que os profissionais de saúde valorizem e atuem mais nas orientações voltadas aos jovens, um grupo vulnerável à essas infecções.
ISSN:2675-3081