Manejo familiar da criança que aguarda por um transplante renal

Introdução: A Doença Renal Crônica na infância representa um período de instabilidade emocional para toda família. Quando repercute para o estágio do transplante pediátrico, gera alterações na dinâmica familiar, sendo caracterizada pelos sentimentos de medo, incertezas e desesperança, frente ao diag...

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Bibliographic Details
Main Authors: Rosa, Carolina Bozeli, Ruiz, Hellen Angélica, Misko, Maira Deguer, Mendes-Castillo, Ana Márcia Chiaradia
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Enfermagem 2022
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/ccfenf/article/view/4748
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Description
Summary:Introdução: A Doença Renal Crônica na infância representa um período de instabilidade emocional para toda família. Quando repercute para o estágio do transplante pediátrico, gera alterações na dinâmica familiar, sendo caracterizada pelos sentimentos de medo, incertezas e desesperança, frente ao diagnóstico progressivo e incurável. Desta forma, é necessário um olhar assistencial da equipe de saúde que envolva a família, pois conhecer a experiência de manejo familiar ajudará na elaboração de intervenções específicas. Para isso, o modelo Family Management Style Framework (FMSF) foi projetado para avaliar como a família responde a doença crônica de um de seus membros. Objetivo: compreender o manejo familiar no contexto da espera por um transplante renal pediátrico, de acordo com o FMSF. Método: estudo de caso descritivo, de abordagem qualitativa, que utilizou o FMSF para a coleta, interpretação dos dados e a análise de conteúdo como técnica de análise dos dados. Participou do estudo a família de uma criança com Síndrome Nefrótica, que aguardava por transplante renal. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas, análise de prontuário e confecção de genograma e ecomapa. Resultados: a análise dos dados identificou que a família percebe o transplante como uma melhora da qualidade de vida, porém vive em estado de espera moldando a rotina familiar até que esse momento aconteça e possam dar continuidade a vida. Considerações finais: a enfermagem, deve conhecer os diferentes estilos de manejo familiar e realizar intervenções personalizadas, para dar suporte à família nesse contexto.
ISSN:2675-3081