Imagem corporal e transtornos alimentares em bailarinas profissionais

Desde a infância, a mídia televisiva fascina meninas e interfere na percepção crítico-reflexiva dos mesmos. Através da veiculação dessas imagens, são criados desejos e padrões de aparências físicas ideais. A preocupação excessiva com essa influência pode levar a desvios do comportamento alimentar, g...

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Main Authors: Abduch, Julia Miranda, Fernandes, Paula Teixeira
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2019
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/pibic/article/view/716
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Description
Summary:Desde a infância, a mídia televisiva fascina meninas e interfere na percepção crítico-reflexiva dos mesmos. Através da veiculação dessas imagens, são criados desejos e padrões de aparências físicas ideais. A preocupação excessiva com essa influência pode levar a desvios do comportamento alimentar, gerando Transtornos Alimentares. Os mais encontrados são a Bulimia e a Anorexia Nervosa. Problemas de autoestima e de Imagem Corporal também podem estar relacionados a estes transtornos. Devido à necessidade de uso do corpo para obtenção de resultados, dançarinos e atletas são considerados indivíduos com maiores tendências para Transtornos Alimentares. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar a percepção da Imagem Corporal e da autoestima em bailarinas clássicas profissionais e os fatores de risco para Transtornos Alimentares. Os instrumentos utilizados foram: Escala de Silhuetas de Stunkard (STUNKARD et al., 1983), Escala de Atitudes Alimentares (EAT-26) (GARNER E GARFINKEL, 1979), Escala de Autoestima (ROSENBERG, 1965) e Ficha de Identificação. Os participantes da pesquisa foram bailarinas clássicas, do sexo feminino, com idade entre 15 e 30 anos, que praticavam a modalidade de Ballet Clássico há, pelo menos, um ano, por no mínimo quatro horas semanais. Foram encontradas 74,1% (n=20) das participantes da pesquisa com desejo de emagrecer, 18,5% (n=5) com comportamentos de risco para transtornos alimentares e 7,4% (n=2) das bailarinas com autoestima baixa.
ISSN:2596-1969