Taxa de adequação de escala em relação ao número de atendimentos com verticalização de pacientes em uma Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) de adultos

Introdução/Objetivo: A Resolução COFFITO 444/2014 recomenda a relação de um fisioterapeuta para 8 a 10 leitos de cuidado intermediário, o que pode interferir na escolha da conduta fisioterapêutica. O objetivo do estudo foi avaliar a relação entre a taxa de adequação (TA) de escala de trabalho do fis...

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Main Authors: Giantomassi, Maria Carolina Merli, Galhardo, Fernanda Masi, Oliveira, Thayssa de Morais, Pereira, Marcelo Gustavo, Figueiredo, Luciana Castilho, Ratti, Lígia dos Santos Roceto, Vian, Bruna Scharlack, Gastaldi, Erica Ferreira Santos, Antonelli, Milena, Marques, Simone Fernandes Davi, Oliveira, Vanessa Rossato de
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2023
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/7785
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Summary:Introdução/Objetivo: A Resolução COFFITO 444/2014 recomenda a relação de um fisioterapeuta para 8 a 10 leitos de cuidado intermediário, o que pode interferir na escolha da conduta fisioterapêutica. O objetivo do estudo foi avaliar a relação entre a taxa de adequação (TA) de escala de trabalho do fisioterapeuta, estabelecida na Resolução citada, com o número de atendimentos com verticalização (TV) de pacientes e a taxa de pacientes com uso de dispositivos (TD) sob ventilação mecânica invasiva (VMI), não invasiva (VNI) e com terapia de alto fluxo (TAF), em uma Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) de adultos de um hospital público de alta complexidade. Metodologia: Trata-se de um estudo retrospectivo de análise de banco de dados do Serviço de Fisioterapia do Hospital de Clínicas da Unicamp, entre janeiro e junho de 2022. Foram analisados os indicadores de taxa de adequação da escala, taxa de atendimentos com verticalização e a taxa de atendimentos de pacientes sob VMI, VNI e com TAF. Resultados: Foram analisados dados de 1451 atendimentos do banco de dados do Serviço de Fisioterapia do Hospital de Clínicas da Unicamp. No período analisado, a taxa de adequação da escala foi de 67%, em média, sem grande variação percentual. Em janeiro, a taxa de atendimentos de pacientes sob VMI, VNI e com TAF foi de 36%, e a taxa de atendimentos com verticalização foi de 21,2%. Nos meses seguintes, os valores de taxa de atendimentos de pacientes sob VMI, VNI e com TAF e a taxa de atendimentos com verticalização foram: 58% versus 17,7%; 61% versus 13,3%; 56% versus 14,3%; 52% versus 15,6%; e 63% versus 9,7%. A relação de um fisioterapeuta para 10 leitos parece determinante na escolha da conduta do plano terapêutico, pois fixa o tempo total de terapia em aproximadamente 30 minutos por leito. Conclusão: Os dados sugerem que a taxa de adequação de escala manteve-se inapropriada e sem relação direta com a taxa de verticalização de pacientes. No entanto, observou-se relação inversa entre a taxa de verticalização e a taxa de pacientes com maior número de dispositivos (VMI,VMI,TAF). A escolha da conduta respiratória foi maior do que a conduta motora.
ISSN:2525-5398