Avaliação da taxa de adequação de escala em relação ao número de atendimentos com verticalização de pacientes em UTI adulto de um hospital público de alta complexidade
Introdução/Objetivo: A RDC07/2010 recomenda uma relação de um fisioterapeuta para 10 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI), o que pode interferir na escolha da conduta fisioterapêutica. O objetivo do estudo foi avaliar a relação entre a taxa de adequação de escala de trabalho do fisioterapeut...
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| Main Authors: | , , , , , , |
|---|---|
| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
2023
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/7792 |
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| _version_ | 1864359413388673024 |
|---|---|
| author | Giantomassi, Maria Carolina Merli Marques, Simone Fernandes Davi Antonelli, Milena Gastaldi, Erica Ferreira Santos Vian, Bruna Scharlack Ratti, Lígia Santos Rocetto Figueiredo, Luciana Castilho |
| author_facet | Giantomassi, Maria Carolina Merli Marques, Simone Fernandes Davi Antonelli, Milena Gastaldi, Erica Ferreira Santos Vian, Bruna Scharlack Ratti, Lígia Santos Rocetto Figueiredo, Luciana Castilho |
| author_sort | Giantomassi, Maria Carolina Merli |
| collection | Portal de Eventos Científicos da UNICAMP |
| container_reference | Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP; v. 8 (2022): Temática: SimTec 25 anos: Histórias, Conquistas e Desafios Profissionais - Eixo 1; e0220016 |
| description | Introdução/Objetivo: A RDC07/2010 recomenda uma relação de um fisioterapeuta para 10 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI), o que pode interferir na escolha da conduta fisioterapêutica. O objetivo do estudo foi avaliar a relação entre a taxa de adequação de escala de trabalho do fisioterapeuta, estabelecida na RDC07/2010, e o número de atendimentos com verticalização de pacientes em uma Unidade de Terapia Intensiva de adultos de um hospital público de alta complexidade (Hospital das Clínicas da Unicamp). Metodologia: Trata-se de um estudo retrospectivo de análise de banco de dados do Serviço de Fisioterapia do Hospital de Clínicas da Unicamp, entre janeiro e junho de 2022. Foram analisados indicadores de gestão de taxa de adequação da escala e taxa de atendimentos com verticalização. Resultados: Foram analisados dados de 5841 atendimentos do banco de dados. A taxa de adequação de escala em relação a taxa de verticalização foi em janeiro de 50,5% e a taxa de verticalização foi de 8,11. Nos meses seguintes as taxas foram: 64,2% versus 5,2; 41,9% versus 5,01; 56,6% versus 3,9; 46,2% versus 4,2; 42,2% versus 21,5. No período analisado a adequação da escala ficou abaixo de 65%. A relação de um fisioterapeuta para 10 leitos parece determinante na escolha da conduta do plano terapêutico, pois fixa o tempo total de terapia em aproximadamente 30 minutos por leito. A ASSOBRAFIR recomenda a relação mínima de 1 (um) fisioterapeuta para cada 6 (seis) leitos de Terapia Intensiva para garantir uma adequada assistência para pacientes de alta complexidade. Conclusão: Os dados sugerem que não houve uma relação direta de taxa de adequação de escala na escolha da conduta do plano terapêutico envolvendo a verticalização de pacientes. A conduta escolhida ao atendimento respiratório foi maior do que a conduta motora desses pacientes. |
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| publishDate | 2023 |
| publisher | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
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| spelling | ojs-article-77922026-04-28T19:33:37Z Avaliação da taxa de adequação de escala em relação ao número de atendimentos com verticalização de pacientes em UTI adulto de um hospital público de alta complexidade Avaliação da taxa de adequação de escala em relação ao número de atendimentos com verticalização de pacientes em UTI adulto de um hospital público de alta complexidade Giantomassi, Maria Carolina Merli Marques, Simone Fernandes Davi Antonelli, Milena Gastaldi, Erica Ferreira Santos Vian, Bruna Scharlack Ratti, Lígia Santos Rocetto Figueiredo, Luciana Castilho Gestão Qualidade Indicadores Dimensionamento pessoal Introdução/Objetivo: A RDC07/2010 recomenda uma relação de um fisioterapeuta para 10 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI), o que pode interferir na escolha da conduta fisioterapêutica. O objetivo do estudo foi avaliar a relação entre a taxa de adequação de escala de trabalho do fisioterapeuta, estabelecida na RDC07/2010, e o número de atendimentos com verticalização de pacientes em uma Unidade de Terapia Intensiva de adultos de um hospital público de alta complexidade (Hospital das Clínicas da Unicamp). Metodologia: Trata-se de um estudo retrospectivo de análise de banco de dados do Serviço de Fisioterapia do Hospital de Clínicas da Unicamp, entre janeiro e junho de 2022. Foram analisados indicadores de gestão de taxa de adequação da escala e taxa de atendimentos com verticalização. Resultados: Foram analisados dados de 5841 atendimentos do banco de dados. A taxa de adequação de escala em relação a taxa de verticalização foi em janeiro de 50,5% e a taxa de verticalização foi de 8,11. Nos meses seguintes as taxas foram: 64,2% versus 5,2; 41,9% versus 5,01; 56,6% versus 3,9; 46,2% versus 4,2; 42,2% versus 21,5. No período analisado a adequação da escala ficou abaixo de 65%. A relação de um fisioterapeuta para 10 leitos parece determinante na escolha da conduta do plano terapêutico, pois fixa o tempo total de terapia em aproximadamente 30 minutos por leito. A ASSOBRAFIR recomenda a relação mínima de 1 (um) fisioterapeuta para cada 6 (seis) leitos de Terapia Intensiva para garantir uma adequada assistência para pacientes de alta complexidade. Conclusão: Os dados sugerem que não houve uma relação direta de taxa de adequação de escala na escolha da conduta do plano terapêutico envolvendo a verticalização de pacientes. A conduta escolhida ao atendimento respiratório foi maior do que a conduta motora desses pacientes. Introdução/Objetivo: A RDC 07/2010 recomenda a proporção de um fisioterapeuta para cada 10 leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), o que pode limitar as escolhas terapêuticas. Este estudo avaliou a relação entre a taxa de adequação (TA) dessa escala e o número de atendimentos com verticalização (TV) de pacientes adultos no Hospital das Clínicas da Unicamp, visando entender como a carga de trabalho influencia a mobilização precoce. Metodologia: Realizou-se um estudo retrospectivo via análise do banco de dados do Serviço de Fisioterapia do HC/Unicamp entre janeiro e junho de 2022. Foram cruzados os indicadores de gestão da taxa de adequação da escala (conforme a norma) e a taxa de atendimentos que envolveram a verticalização dos pacientes. Resultados: Foram analisados 5.841 atendimentos. Em janeiro, a TA foi de 50,5% e a TV de 8,11%. Nos meses seguintes, as taxas variaram de 64,2% (maior adequação) para 5,2% de verticalização, chegando a 42,2% de TA para 21,5% de TV em junho. Durante todo o período, a adequação da escala permaneceu abaixo de 65%. A proporção de 1:10 leitos parece fixar o tempo de assistência em cerca de 30 minutos por paciente, sendo insuficiente frente à recomendação da ASSOBRAFIR de 1:6 leitos para casos de alta complexidade. Conclusão: Os dados sugerem que não houve uma relação direta entre a adequação da escala e a escolha pela verticalização. Entretanto, evidenciou-se que a conduta respiratória prevalece sobre a motora. A sobrecarga de leitos por profissional atua como um fator limitante, priorizando cuidados respiratórios em detrimento de intervenções de mobilização mais complexas e demoradas. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2023-03-22 info:eu-repo/semantics/article info:eu-repo/semantics/publishedVersion Texto Text application/pdf https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/7792 10.20396/simtec.vi8.Eixo 1.7792 Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP; v. 8 (2022): Temática: SimTec 25 anos: Histórias, Conquistas e Desafios Profissionais - Eixo 1; e0220016 2525-5398 por https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/7792/7492 Brazil; Contemporary Brasil; Contemporâneo Copyright (c) 2022 Maria Carolina Merli Giantomassi, Simone Fernandes Davi Marques, Milena Antonelli, Erica Ferreira Santos Gastaldi, Bruna Scharlack Vian, Lígia Santos Rocetto Ratti, Luciana Castilho Figueiredo https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 |
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