Gestão do enfermeiro frente à logística do transporte intermunicipal de materiais cirúrgicos em serviços de saúde: relato de experiência
Inaugurado no final do ano de 2008 o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) em Santa Bárbara D’Oeste. A administração ficou sob a responsabilidade do Hospital Estadual Sumaré (HES). A Central de Material e Esterilização (CME) ficou responsável pela limpeza, preparo, esterilização, distribuição d...
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| Format: | Online |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
2016
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/8113 |
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| Summary: | Inaugurado no final do ano de 2008 o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) em Santa Bárbara D’Oeste. A administração ficou sob a responsabilidade do Hospital Estadual Sumaré (HES). A Central de Material e Esterilização (CME) ficou responsável pela limpeza, preparo, esterilização, distribuição dos materiais e implantação do serviço de transporte. A presença do enfermeiro é fundamental para o gerenciamento do processo de trabalho. A preocupação em transportar os materiais cirúrgicos dentro das normativas existentes é uma das maneiras clara de perceber que o material chegará ao serviço de saúde de maneira segura. A gestão do enfermeiro frente a essa logística faz com que o paciente tenha uma assistência segura mediante a implantação do serviço de transporte intermunicipal distribuindo os materiais preparados na CME. Reuniões foram realizadas para discutir tipo de transporte; fluxograma e análise da nova Resolução. Com a nova Resolução – RDC Nº 15, de 15 de março de 2012, verificou-se que o transporte intermunicipal estava sendo realizado adequadamente. Contêiner rígido, resistentes às puncturas, lacrados; impresso com nome do paciente e kit cirúrgico; educação permanente; trabalho em equipe e comunicação foram tarefas realizadas rotineiramente. Existem fluxos para transporte limpos e sujos onde são encaminhados com listagem dos materiais para utilizar em sala operatória bem como processar na CME. Conclui-se que este relato requer aperfeiçoamento contínuo, comunicação e trabalho em equipe. A experiência apresentada trouxe maior segurança no transporte intermunicipal dos materiais cirúrgicos processados em CME. |
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| ISSN: | 2525-5398 |