Entrevista: Rosemeire Desidério fala sobre a profissão de intérprete de LIBRAS

O reconhecimento da profissão de intérprete de LIBRAS em 2010 mobilizou muitas universidades brasileiras na busca por profissionais aptos a intermediar a comunicação entre docentes e alunos surdos em sala de aula. Porém, a contratação, bem como a formação destes profissionais, requer cuidados e crit...

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Bibliographic Details
Main Authors: Desidério, Rosemeire Aparecida Antunes, Paula, Maria Alice da Cruz
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas 2017
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/saberes/article/view/9108
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Description
Summary:O reconhecimento da profissão de intérprete de LIBRAS em 2010 mobilizou muitas universidades brasileiras na busca por profissionais aptos a intermediar a comunicação entre docentes e alunos surdos em sala de aula. Porém, a contratação, bem como a formação destes profissionais, requer cuidados e critérios que, se respeitados, serão a voz do surdo na transmissão do conteúdo das aulas, mas, uma vez não respeitados, podem causar prejuízos ao aprendizado ou à formação de professores e outros profissionais. Para Rosemeire Desidério, instrutora de LIBRAS do Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação Gabriel Porto (CEPRE), o reconhecimento do tradutor/intérprete é uma das maiores conquistas na luta pela inclusão escolar e acadêmica, mas com a exigência, muitas escolas contratam profissionais formados em cursos com carga horária insuficiente para atender às necessidades do aluno surdo. “A escola e a universidade precisam de tradutores/intérpretes competentes. Além de transmitir os conhecimentos passados pelo professor, eles também são a voz ativa do sujeito surdo. Há casos de famílias que entram com recursos contra a escola, por não contratar tradutores/intérpretes aos seus filhos surdos, inclusive”, observa Rosemeire.
ISSN:2447-9411