Preservação de géis de poliacrilamida utilizando papel celofane e gelatina

Análises de rotina que envolvem manuseio de reagentes tóxicos são desgastantes e podem, ao longo do tempo, prejudicar a saúde. Na técnica de eletroforese, que é muito utilizada para determinação de peso molecular de proteínas, são manuseados reagentes potencialmente tóxicos como: acrilamida, bis-acr...

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Bibliographic Details
Main Author: Motta, Eliana Maria Pettirossi
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2016
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/9132
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Description
Summary:Análises de rotina que envolvem manuseio de reagentes tóxicos são desgastantes e podem, ao longo do tempo, prejudicar a saúde. Na técnica de eletroforese, que é muito utilizada para determinação de peso molecular de proteínas, são manuseados reagentes potencialmente tóxicos como: acrilamida, bis-acrilamida, 2-mercaptoetanol, TEMED, metanol, ácido acético entre outros. A técnica consiste da produção de géis pela polimerização da acrilamida, sendo que esses géis são corados e descorados em solução contendo metanol e, normalmente, são preservados em solução de ácido acético 10% para análises posteriores de registro de imagem (scanner) e densitometria óptica. Com o objetivo de evitar o manuseio desses géis, foi desenvolvido um procedimento muito simples de preservação utilizando papel celofane e solução de gelatina. Foram testados papéis celofane de várias marcas e verificou-se que apenas papéis celofane livres de plástico permitem a permeação do vapor d’água e a desidratação, conservando e facilitando o manuseio dos géis. Esse procedimento, testado e adotado pelo Laboratório Central de Bioquímica Nutricional do DEPAN-FEA, facilita enormemente o manuseio de géis de poliacrilamida no procedimento de documentação e evita a exposição constante ao ácido acético.
ISSN:2525-5398