Gerenciamento de rejeitos radioativos de laboratórios de pesquisa e de assistência na UNICAMP

Há vários laboratórios na UNICAMP que realizam pesquisa utilizando radionuclídeos como fontes não seladas e que geram rejeitos radiativos. Tais rejeitos devem ser gerenciados de acordo com a norma CNEN-NE-6.05 da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O Programa de gerenciamento de rejeitos ra...

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Main Authors: Maluf, M. A., Causo Neto, João Pedro, Souza, Maria Gineusa de Medeiros e, Coelho, Fernando Antonio Santos, Gandara, Ana Lourdes Neves, Teixeria, Egle Novaes, Lacerda, Jane Gomes de Almeida, Micaroni, Regina Clelia da Costa Mesquita, Tomaz, Edson, Andrade, Carlos Fernando Salgueirosa de, Ponezi, Alexandre Nunes, Carneiro, Everaldo Magalhães, Bocayuva, Claudemir Natal Marcatto, Rehder, V. L. G., Coelho, Rosangela Franco
Format: Online
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 2016
Subjects:
Online Access:https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/9222
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Description
Summary:Há vários laboratórios na UNICAMP que realizam pesquisa utilizando radionuclídeos como fontes não seladas e que geram rejeitos radiativos. Tais rejeitos devem ser gerenciados de acordo com a norma CNEN-NE-6.05 da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O Programa de gerenciamento de rejeitos radioativos na Unicamp é desenvolvido pelo Grupo de Proteção Radiológica (GPR) da AFM/CEB em conjunto com o Grupo Gestor de Resíduos da Unicamp, através de cursos, palestras, reuniões e assessoria no gerenciamento propriamente dito. O presente trabalho relata a adequação de planilhas EXCEL especialmente desenvolvidas para cada radionuclideo e sua aplicação aos laboratórios, permitindo assim avaliar se os rejeitos podem ser descartados e como, ou se devem continuar armazenados. As planilhas atendem à exigência de norma CNEN-NE-6.05 quanto ao “Inventário de Materiais e Rejeitos Radioativos”. Foram avaliados os rejeitos radioativos de 13 laboratórios de pesquisa. Os dados foram inseridos nas planilhas e, após a sua análise, verificou-se que, de todos os rejeitos analisados, apenas 5% realmente precisavam continuar armazenados, enquanto os 95% já poderiam ter sido descartados. Parte destes rejeitos continha líquido de cintilação orgânico e somente puderam ser encaminhados para incineração aqueles que já haviam decaído completamente.
ISSN:2525-5398